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Os Diários de Alysia Starcaller : VI

Caderno 7, Dia 5 – Entrada 1

Tendo seus próprios problemas para resolver, Kialay ficou em sua casa enquanto seguimos viagem, comentou que assim que pudesse, iria atrás de nosso rastro novamente.

E assim partimos novamente, com o grupo agora contando apenas com Tan, Sha kan e eu.

Caderno 7, Dia 5 – Entrada 2

Viemos pela estrada um bom caminho, e quando estava perto do anoitecer, avistamos uma carruagem vindo ao longe. Sha kan notou que as bandeiras na lateral do veículo eram do reino, o que nos deixou apreensivos. Afinal, o que eles estariam fazendo por aqui?

Tentamos nos esconder para evitar confusão. Sha kan e Tan de um lado da rua e eu fiquei do outro, pois tinha achado uma pedra alta ali e não tínhamos muito tempo. Contudo, no momento em que a charrete se aproximou, a boa pedra que eu estava usando de esconderijo era na verdade terra seca, e quando eu me recostei, ela se desfez e eu acabei me revelando.

Fato que fez com que a charrete parasse e começasse a me interrogar.

Pudemos ouvir vozes que vinham de trás deles e logo percebemos que se tratava de uma carroça de prisioneiros.

Uma voz alta podia ser ouvida de dentro da cela, e Sha kan a reconheceu como sendo de seu mestre.

Depois de tentarmos algum diálogo com aquelas pessoas, notamos que os prisioneiros eram na verdade reféns capturados.

E rapidamente agimos para impedi-los. Tan disparou um virote de sua besta contra o condutor da carroça no momento em que ele saiu correndo.

E logo após tentar nos subornar com dinheiro, o lacaio drow que estava com ele dizendo ser apenas um caronista tentou escapar para as árvores, mas eu o abati com meus mísseis mágicos.

Enquanto esses eventos se desenrolavam, os prisioneiros foram soltos e a maioria deles fugiu. Restando ali alguns guerreiros que decidiram nos seguir para tentar descobrir qual o motivo de estarem presos, segundo eles, haviam sido capturados pelo próprio reino. E por motivos ridículos, como falar muito alto depois que o sol se pôs ou jogar pedras no rio.

Em meio às posses do condutor, Tan encontrou uma carta que dizia o local onde os prisioneiros deveriam ser entregues. O mestre de Sha kan, resolveu voltar para casa, enquanto nós três com a ajuda dos homens que ali ficaram, iríamos seguir as pistas e ver como isso se desenrolaria.

Assim sendo, deixamos Sha kan e Tan como os condutores enquanto eu e os outros três homens nos sentamos fingindo sermos prisioneiros. Chegando a Arabel, meus companheiros desceram para obter mais informações na taverna local.

Enquanto eles estavam ausentes, uma presença se aproximou depois de olhar e mexer nas coisas da carroça, perguntou onde estavam os responsáveis e de onde estávamos vindo, saindo rapidamente logo que eu respondi.

Quando Sha e Tan voltaram, Tan encontrou uma nota que o homem misterioso deixou no banco da frente, com um mapa dizendo para onde deveríamos ser levados na nossa condição de prisioneiros.

O local indicava a Floresta do Rei. E foi para lá que seguimos assim que o dia nasceu novamente.

***

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