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Os Diários de Alysia Starcaller : VIII

Caderno 7, Dia 6 – Entrada 2

 

Entramos no local e nos deparamos com mais cadáveres, todos fardados com a barda dos dragões púrpura. O local parecia ter sido construído as pressas, pois ainda restavam alguns andaimes e partes por fazer.

Em um dos cantos do local, havia uma espécie de elevador improvisado que nos levaria para uma parte embaixo da terra, talvez tivessem descoberto uma mina valiosa ali e estavam operando clandestinamente.

Decidimos descer e averiguar.

Foi tudo bem, distribuímos o peso para evitar complicações até que nosso recém colega Feowyn, o elfo com poderes curativos teve o azar da corda do elevador romper justo na sua vez. Por sorte eu estava preparada e rapidamente lancei minha magia Queda Suave sobre ele, para que não se machucasse. Tordek, que tinha ficado por último precisou amarrar sua corda e descer escalando.

Estando todos lá no fundo, Sha kan percebeu um vulto lá no alto, que desamarrou a corda e a jogou para baixo, evidentemente com a intenção de nos impedir de voltar. Ou pelo menos ganhar tempo.

Logo em seguida, ouvimos sons de batalha vindo lá do alto e nos surpreendemos quando Kyalai surgiu, amarrando a corda novamente e se junto a nós outra vez.

Ele disse que havia seguido pistas que Sha kan deixara em segredo pelo caminho, assim poderíamos nos encontrar novamente sem problemas.

Caderno 7, Dia 6 – Entrada 3

Seguindo pelos corredores escavados, chegamos a um lugar muito estreito para passarmos juntos, teríamos que nos espremer e passar um de cada vez, contudo, enquanto Sha-kan e Kyalai entravam pela passagem estreita, eu notei uns montes de terra que estavam em desigualdade com o resto do ambiente, rapidamente avisei Tan e Feowyn sobre isso, pois aquilo estava me dando arrepios.

Eles observaram os montes, mas acharam que era apenas uma terra recém mexida, sem nada de mais. Porém minha intuição me fez ir além e revirar um pouco daquela terra fofa.

Para a surpresa deles, haviam pessoas enterradas ali!

Tan, cético como sempre, fez menção para seguirmos em frente logo, pois estávamos demorando demais ali e a passagem era ruim de ser atravessada.

Mas eu fiz questão de questionar a nosso amigo Clérigo, se não existia nenhum tipo de ceita, culto ou ritual que mexesse com aquele tipo coisa.

E, sem ficar surpresa, o ouvimos dizer que era possível que existisse algo a mais naqueles corpos, embora ele não soubesse dizer o motivo.

Pedi a Vinator e Tordek para que me ajudassem a remover os corpos dali para um canto longe, onde eu os deixaria em chamas, só por segurança e seguimos a diante. No entanto, a seguir nos aguardava uma surpresa um tanto quanto complicada.

***

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