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A Sombra da Espada

Parte 1 : Aura

O aroma das flores tomava conta dos palácios no castelo da capital Gol’dhas, sede dos governantes do reino de Aura. O reino é composto por um regime de governo de divisão de terras e bens entre as famílias mais antigas da região, ficando assim, cada “senhor de casas” responsável por cuidar da distribuição de ativos e de arrecadar os impostos para o benefício geral do reinado.

Como intendente-mor desse modelo de governo, temos o “rei” Tolkius Arthen de Linora, senhor de casas do castelo Gol’dhas, onde reside e governa dentro de todos os limites de Aura. Ele recebe cartas informativas de seus Menires (mensageiros de posto altamente elevado, responsáveis por transmitir todas as informações relevantes dos senhores de casas diretamente ao rei , semanalmente, fazendo assim seus relatórios de governo os quais libera em edital para a população conhecer seus planos e saber onde os impostos estão sendo aplicados.

O reino é composto por quatro casas principais:

Gol’dhas, onde fica o palácio real e reside o rei Tolkius. É o maior centro comercial de Aura, tendo como meta principal de governo o desenvolvimento dos sistemas de transporte do mundo. Rumores dizem que em algum lugar do palácio está sendo desenvolvido um sistema de locomoção aérea sem necessidade do uso de Anima.

Guerrea, onde se tem como principal mote, bem como seu maior problema o fato de se manter estável as investidas do bárbaro Brahms e seu reino de primais lutadores. Investe praticamente todos os seus recursos no desenvolvimento de soldados e proteções contra uma guerra secular.

Caledon, a cidade-porto mais mística do mundo, sua fama se estende por toda Khali, fazendo desse lugar um atrativo enorme a aventureiros e exploradores os quais movimentam o comércio e a miscigenação do singular povo Aureano. Seus principais objetivos dentro do reino são focar o desenvolvimento capital e aprimorar suas especiarias marinhas.

Límen, em sua magnífica e antiga estrutura dizem ter sido um dia, estadia para os deuses, pois no centro da cidade existe uma escada que se estende por mais de vinte mil degraus em direção aos céus. Seu senhor de casa não se preocupa em restaurar a estrutura da cidade, que por ter sido antigamente um grande castelo, ainda restam algumas ruínas em seu interior, as quais geram muitas lendas e mitos.

Cada uma dessas casas é regida por um senhor de casa, o qual é eleito pelas principais famílias de cada região. Essa eleição é feita por um confronto de tiro com arco, o qual é avaliado pelos habitantes mais antigos de cada região, os quais são instruídos a observar a natureza do disparo e não apenas sua precisão.
Mitos milenares contam que esses avaliadores, conhecidos como Aiíres, já nascem com a habilidade de notar as forças arcanas do mundo, e na grande maioria da sua vida ativa, eram grandiosos feiticeiros a serviço de suas casas.

Cada família que rege a casa tem seus vassalos, os quais prestam fidelidade maior ao Senhor de Casa representante. Na maioria das vezes de bom grado.
Existem vários vilarejos e lugares místicos espalhados pelo reino todo, bardos e ciganas caminham pelo mundo a fora espalhando os feitos dos grandes heróis e sobre o quão atrativo pode ser esse magnífico lugar.

Rheo, o Célere

Ventos, Sorte, Rapidez, Aprendizado


Em sua vastidão o céu muito nos ensina.

Sábios aqueles que se abrem ao seu infinito.

O ar que preenche nossas vidas,

Os ventos que revigoram nossas animas,

A beleza clara-escura que a todo tempo nos observam lá do alto.

Unem-se em uma só criação de esperanças e virtudes

E com sua abençoada fortuna acolhedora.

Personificando-se em seu ícone maior,

O senhor da inspiração celeste.

 

nota: Todas as imagens relacionadas aos deuses foram retiradas do site deviantART com autoria de GENZOMAN e seu excelente trabalho.

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Materiais – Tecidos

11/02/2010 8 comentários

Os Materiais em Khali carregam em si uma pequena quantidade de anima o que ocasiona em pequenas mudanças mágicas naquelas pessoas que os portam.

Os principais materiais que recebem classificação especial são os Tecidos, os Metais e as Madeiras, cada um com suas peculiaridades e definições próprias.

 

Aqui deixaremos explicações básicas sobre os aspectos de cada um dos Tecidos, bem como suas propriedades naturais e seus principais locais de fabricação.
Os tecidos são muito usados em todo mundo, pois tratam de serem aplicados na fabricação de 90% de todas as vestimentas do mundo.

Tecidos:

 

Paon – O mais simples e comum dos tecidos de Khali, é feito dos fios e fibras que sobram na produção dos tecidos mais nobres, tem a vantagem de ser prático e de fácil fabricação, porém não pode ser tingido ou confeccionado em maiores detalhes. Pessoas em toda Khali usam o Paon como vestes básicas.

Lhan – Derivado do pelo das ovelhas de pasto, é bastante usado por servir como isolante térmico, é também elástico e não amassa. A produção das ovelhas se dá na maioria dos reinos em Khali, mas é predominante em Armétia, onde sua produção é tida como altamente benéfica, chegando a ser motivo de status social.

Velis – é um tipo de tecido, natural ou sintético, com seu lado avesso liso e o lado externo coberto de pelos cerrados e curtos. É um tecido relativamente caro, sendo considerado um artigo de luxo para os menos favorecidos assim como a seda. Velis foi criado em Kah Lad, onde se dá sua maior produção, a cidade de Sol, por ter fácil acesso ao mar, fez da exportação de Velis uma das maiores atividades do reino.

Alcot – Tecido branco proveniente do tratamento das fibras adquiridas de frutos chamados Eramins, que nascem em pequenos arbustos predominantemnete nas regiões centrais de Aura e Mithra.

Selvi – A selvi é uma fibra usada na manufatura de tecidos, obtém-se a partir dos casulos da Ahsnelis, as mariposas símbolo do reino de Isshin. A fibra de seda natural é um filamento contínuo da proteína, produzido pelas lagartas de certos tipos de mariposas, sendo uma das matérias-primas mais caras. As lagartas expelem através das glândulas o líquido da seda envolvido por uma goma  que se solidificam imediatamente quando em contato com o ar.
A seda tem uma aparência cintilante, devido à estrutura triangular da fibra, parecida com um prisma, que refrata a luz.
Esse material é muito valioso e fabricado em grande escala pelo reino. Acredita-se que eles fabricavam esse tipo de tecido desde os tempos primordiais.

Linhas – São plantas herbáceas que chegam a alcançar 2 metros de altura, tem o caule longo, fibroso e cheio de ramos que terminam em pequenos botões de onde surgem suas flores. Compõe-se basicamente de uma substância fibrosa, da qual se extraem as fibras longas para a fabricação de tecidos de mesmo nome. Este é um tecido nobre, que exige certa habilidade manual para ser confeccionado, o que faz do elfos, por serem mais ligados com a natureza e exímios trabalhadores manuais, seu maiores produtores. Consequentemente, o reino que mais produz o Linhas é Lérien, e seu rei sabe fazer bom uso disso para aumentar o capital de seu reino com as exportações.

Subdivisões dos Tecidos:

 

Deosl – É o tecido bruto, puro, sem nenhum adorno ou complemento material para incrementar a qualidade das fibras ou até mesmo o visual da veste. A única modificação que se costumam fazer nos tecidos é o tingimento de algumas peças.

Gaienis – É quando um tecido é criado magicamente, feito da combinação das fibras variadas e de anima puro, esse tecido é muito raro e seu uso como vestes simples chega a ser discriminado por algumas sociedades, pois para muitos não se tolera o uso disperdiçado de energia dessa forma.

Merena – São as manufaturas mais nobres de todos os tecidos, Sendo trabalhados com o mais perfeito cuidado e afinco, buscando o melhor laçado entre as fibras e a maior ligação entre a anima contida até mesmonas menores peças. São os tecidos mais nobres conhecidos.

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Raças em Khali: Os Elfos

20/01/2010 7 comentários

Criados pela energia primordial Mérien, os elfos são os habitantes mais reservados e sutis que se tem conhecimento em toda Khali. Não se misturam com as outras raças desde que tiveram suas premonições ignoradas séculos atrás o que ocasionou uma significativa mudança no aspecto geral do mundo como era conhecido antigamente.

Os elfos há cerca de um milênio atrás, decidiram de que não iriam mais tomar parte das decisões da sociedade humana e se exilariam propositalmente nas florestas e matas do mundo, onde construiriam seus próprios lares. Isso fez com que eles se tornassem uma raça pacifica e muito reclusa aos meios sociais.

A Sociedade élfica se dá dentro das maiores florestas conhecidas como Esplendor, Arthenbell, L’othus, etc. Sendo L’othus a floresta com a maior concentração de elfos que se tem conhecimento, é também onde fica situada sua maior cidade élfica, Laethas lugar onde se pode sentir o anima mais puro do mundo. Suas florestas são todas encantadas com um feitiço de esquecimento, o que faz com que muito poucas pessoas de outras raças adentrem seus domínios livremente.

Os elfos buscam a paz e a harmonia com a natureza, sempre tentando encontrar novos meios de se fazer uso da anima do planeta sem machucá-lo permanentemente, suas magias são usadas somente após um pedido de autorização e mediante a uma promessa que praticamente todos os elfos fazem quando alcançam a idade de aprendizado, de que, como eles nascem da terra, a terra eles tem de proteger.

O casamento élfico se dá de uma maneira bem diferente da dos humanos. Eles se apaixonam, e decidem viver juntos por muitas eras, pois os elfos têm seu ciclo de vida natural muito grande e isso faz com que suas relações sociais se aprofundem muito.

Depois de decidirem se unir, eles passam a construir suas coisas comuns, entre elas está o nascimento de um filho. A gestação élfica, por assim dizer, não se dá dentro da mãe, mas sim de uma árvore-mãe que existe no centro de todas as cidades da raça. Essa árvore tem traços peculiares e pode ser reconhecida a longa distância pelos seus grandes frutos luminosos e seu tamanho majestoso. Cada fruto da árvore é um novo elfo que está para nascer e que será cuidado e abençoado todos os dias por seus futuros pais. A mãe é capaz de reconhecer instintivamente qual fruto é o seu filho apenas com o olhar, e eis então que começa uma relação profunda de amor entre pais e filhos.

 

Os elfos são muito críticos e apreciam tudo aquilo que é feito com capricho. Eles se comunicam em um idioma específico que criaram muito tempo atrás por considerarem a língua humana muito áspera para seus instintos mágicos, então atualmente todo elfo aprende o seu idioma “Sèlan” antes de qualquer outra língua o que faz com que, por serem eles os detentores dos maiores conhecimentos mágicos do mundo, que quase todas as magias e encantamentos conhecidos sejam pronunciados em Sèlan.

 

Descrição: Os elfos são marcantes por seus traços delineados e finos. Todos os elfos nascem praticamente sem imperfeições peculiares como variação nos cabelos, marcas na pele ou diferença de odor natural. Todos têm os cabelos lisos, nunca desenvolvem calvície, têm a pele branca e totalmente lisa e todos eles têm um cheiro peculiar natural o qual depende do odor que era exalado pela árvore da qual nascem.

 

O tempo de vida de um elfo é estimado dependendo da árvore da qual nasceu, eles calculam que o menor tempo já registrado foi pouco mais de mil anos, até alcançar a morte natural, mas existem elfos vivos com mais de dois mil anos e que ainda não apresentam qualquer sinal de morte por envelhecimento.

Isso acarreta à raça elfica uma grande sabedoria em decorrer dos seus anos de vida, mas sua natureza pacífica também os faz ter poucos aventureiros que saem para conhecer o mundo, e mesmo estes resolvem sair depois de muitos anos de vida.

 

Os olhos dos elfos variam de uma maneira muito parecida com os olhos humanos, com apenas poucas diferenças:

 

Negros, oriundos do reino de Isshin e Armétia, praticamente toda a população de lá tem os olhos dessa cor.

Esverdeados, são a cor característica dos povos do norte do continente ocidental. A cor verde predomina nos povos dos reinos de Aura e Mithra.

Azuis, claros como os cristais do norte, esse tom é predominante absoluto na região norte do continente ocidental onde ficam os reinos de Deória e Lerien.

 

Os cabelos dos elfos é um dos fatores que mais influenciam sua beleza natural, pois não tem nenhuma variação, o que ocasiona que os cabelos de toda a raça se mantêm sempre idênticos. São lisos e normalmente longos, pois não desenvolvem a calvície igual as outras raças de Khali, e suas cores variam em três:

Dourados, como o sol que brilha sobre nossas cabeças, e eles crêem que é exatamente de lá que vem a cor, quando os pais querem que seu filho tenha cabelos nessa cor, eles pedem bênçãos e oferendas ao deus do Sol, Farius.

Negros, como o céu noturno abençoado com a luz de todas as estrelas. Como a cor dourada, os elfos dizem ter seus cabelos negros como ligação natural com a noite e buscam sempre a beleza de ter cabelos assim pedindo durante a gestação para que Bianca lhes conceda essa dádiva.

Esverdeados, como as folhas belas e mais brilhantes que se tem conhecimento, Sandal é quem recebe as preces dos pais que desejam ter seu filho com os cabelos representando toda a natureza conhecida.

Não existem misturas das cores dos cabelos. Apenas uma sutil diferença de tonalidades entre as três cores possíveis.

Os Elfos podem ser encontrados em cidades humanas, mas são poucos, ter um elfo junto ao grupo sempre vai ser de grande ajuda, pois seus talentos naturais e sua serenidade na hora de tomar decisões sempre podem trazer benefícios ao time todo.

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Dinheiro em Khali

A evolução do uso da “moeda” em Khali se deu de maneira diferente do que na maioria de outros mundo de fantasia.

Tudo começou quando um anão minerador chamado Anelin, descobriu por acaso uma jazida de um mineral novo e muito raro nas profundezas das Cordilheiras Sangrentas, onde poucas pessoas ousam se aventurar devido às terriveis criaturas que habitam tais montanhas.

Esse novo material, que foi chamado de Anelinthium mais tarde viera a substituir as até então usadas “Trocas” de materiais, que regiam a primitiva forma de comércio entre os habitantes do mundo.
Muita confusão fora gerada no começo, pois o material era passado a frente sem qualquer tipo de organização, não tinha um padrão.
Foi então que outro anão, Foritus Beerman, mais jovem e com outro tipo de pensamento, resolveu este problema quando decidiu que a “moeda” a qual ele nomeou de “Lins” (uma simplificação do nome do mineral Anelinthium), seria dali em diante um pequeno cristal lapidado e pesado e que passaria a ser distribuído em “quantidades” equivalentes.
Muitos anos depois das descobertas e invenções dos anões, a economia local acabou se estabilizando e chegando a um patamar fixo onde cada coisa tem um valor pré-estabelecido, e partindo deste, cada comerciante sente-se livre para distribuir seus preços da maneira que achar conveniente.

Curiosidades:

O brilho do Anelinthium é algo único, ele reflete a luz que recebe como um brilho ora roxo, ora azul claro. O faz o tempo todo, em lugares com pouca luminosidade ele parece emanar uma leve luz que aparentemente reserva dentro de si, fazendo com que em ambientes mais luxuosos as pedras sejam lapidadas em forma de velas ou lamparinas e usadas para iluminar automaticamente o lugar durante a noite.

Durante aventuras em lugares remotos, alguns exploradores já encontraram diversas armas confeccionadas com o material Anelinthium. Facas, Adagas, pontas de lanças e de flechas são colecionadas hoje em dia por aventureiros que buscam ítens raros e mágicos mundo a fora.
Ninguém utiliza armas feitas de Lins porque a cultura dos povos em Khali rejeita seu comércio como moeda caso ele esteja riscado, gasto ou sem seu magnífico brilho.

Se a cobiça em Khali tem um ponto fraco, esse ponto fraco são as esplêndidas jóias de Lins, anéis, pulseiras, brincos, colares e afins feitos de lins podem atrair ladrões de todas as partes do mundo, pois são extremamente valiosos devido à técnica exigida para que se molde a jóia no formato desejado. Poucas pessoas no mundo são capazes de confeccionar tais ítens fazendo com que seu preço se eleve, muitas vezes ultrapassando o valor bruto que a peça teria se fosse lapidada e pesada como os cristais-moeda.

Material-não-reciclável. Os cristais são resistentes e duráveis e por serem um mineral, não é possivel derretê-los para a fabricação de novas moedas, portanto todo material que sobra depois da confecção de cristais-moeda, jóias ou armas, praticamente não tem maior utilidade, deixando espalhados pelo mundo vários cacos de lins os quais são usados por pessoas de classes mais baixas da mesma maneira que as da classe de elite: como luminárias. Eles juntam todos os cacos que encontram pelo chão e os depositam em incençários ou potes de vidro e os colocam para iluminar seus lares.

Obs: 1 P.O no Sistema d20 de RPG equivale a 10 Lins, enquanto que 1 P.P equivale a 1 Lins, caso o objeto tenha um valor menor que estes, ele pode ser comercializado por lins de brilho menor, quebrado, riscado ou que teve algum erro no processo de fabricação.

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Ave Extraordinária

11/10/2009 1 comentário

…Alva e brilhante, mais que as fagulhas da Luna Estrela*, a ave mítica que os sábios antigos chamam Lumerpa é um dos mais belos mensageiros de Athamoni**, dizem que o brilho de suas plumas parece iluminar todo o ambiente, ao ponto que ninguém jamais viu sua sombra… Presenciar o vôo da ave extraordinária é uma dádiva rara que traz paz ao coração de qualquer criatura.

Sua origem é mistério, um fato que esse mundo ignora, mas diz-se por essas terras que já fora vista em muitos lugares. Há relatos que a ave extraordinária vem do mar, da direção da Lua, e em pouco tempo volta pelo mesmo caminho, espalhando um rastro de magia antiga e beleza a cada visita, o motivo pelo qual esse pássaro da cor da Lua, e que brilha como o Sol, vem às terras do Exílio é mistério igual..

 

 

 

“Lumerpa” Do ‘Compêndio de Hanna’.

 

 

* Fênomeno anual em que as magas luas das terras do Exílio alinham-se emitindo feixes brilhantes da energia lunar.

** Lendária Deusa da criação.

 

Khali – Mundi

05/03/2009 2 comentários

Mapa mundi de Khali.
Ainda está meio carente de detalhes, mas assim que eu me acertar com meu computador eu atualizo o mapa e coloc um decente aqui pra vocês.
(clique na imagem para ampliar)

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